Quiz: Sua administradora precisa de uma transformação digital?

Transformação Digital não é mais uma opção! Se isso te preocupa e você não se sente 100% preparado para a importância dos avanços tecnológicos, estamos aqui para te ajudar nessa empreitada em busca da modernização perfeita.

A necessidade de mudar processos antigos e a burocracia desnecessária chegou faz algum tempo e agora é a hora de entrar nesse mundo. A tecnologia e todos seus avanços podem fazer maravilhas dentro da sua administradora. Foi assim com o transporte, a mídia, o varejo, as viagens, o cinema e muito mais.

E quais são os benefícios da transformação digital em administradoras de condomínios?

  • Melhoria da relação administradora-síndico-condomínio;
  • Melhor controle do dinheiro;
  • Processos transparentes e eficazes;
  • Aumento de produtividade;
  • Comunicação rápida e efetiva;
  • Possibilidade de trabalhar e resolver problemas de qualquer lugar.

E como saber se minha administradora precisa dessa transformação digital? Elaboramos um quiz rápido e fácil para ter um diagnóstico da sua administradora:

MEI no condomínio: o que é permitido e o que é abuso

Com a taxa de desemprego crescendo no Brasil, o número de MEIs aumentou muito nos últimos meses.

De acordo com o Ministério da Economia, do total de 3.359.750 empresas abertas em 2020, 2.663.309 eram MEIs, representando um crescimento de 8,4% em relação ao ano de 2019.

Além disso, no fim do terceiro quadrimestre de 2020, existiam 11.262.383 MEIs ativos. E muitas dessas atividades podem ser realizadas dentro da própria residência. Porém, o que pode ser caracterizado como um abuso?

Para entender melhor esta questão, no post de hoje vamos entender o que é MEI e ver quais atividades podem ser exercidas no apartamento e quais podem ser consideradas abusivas.

O que é MEI?

MEI, que significa Microempreendedor Individual, é uma classificação de empresa criada no Brasil para regularizar de forma simplificada a situação de muitos empreendedores que antes eram considerados trabalhadores informais.

Algumas ocupações podem ser MEI (veja a listagem aqui), porém é necessário que o faturamento anual seja até R$81 mil.

Além disso, o Parágrafo 25 do Artigo 18-A da Lei Complementar 123/06 possibilita a abertura da empresa com endereço residencial na seguinte situação: “O MEI poderá utilizar sua residência como sede do estabelecimento, quando não for indispensável a existência de local próprio para o exercício da atividade”.

MEI no condomínio: como funciona o exercício de atividade comercial em apartamentos?

O primeiro ponto que precisa ser analisado é a Convenção do Condomínio e o que ela especifica acerca da utilização das unidades condominiais para a prestação de serviços.

No caso de ser omisso, isso não significa que todas as atividades estarão liberadas. O artigo 1.336 do Código Civil diz que o condômino deve: “dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes”.

Como funciona na prática?

Há algumas atividades que o seu exercício em nada altera a rotina do condomínio, do apartamento, das áreas comuns. Ou seja, acabam até sendo desconhecidas pelo síndico, vizinhos e administradoras de condomínio.

Exemplos:

  • Instrutor/Professor a Distância;
  • Artesão / Restaurador;
  • Editor / Escritor;
  • Dentre outros.

MEI no condomínio: o que pode ser considerado abuso

Como vimos logo no início, é necessário consultar, em um primeiro momento, a Convenção do Condomínio.

Quando não há especificações mais precisas, no geral são considerados abusos:

  • Atividades que gerem grande e permanente fluxo de pessoas como uma clínica de estética; banho e tosa; dentre outros;
  • O uso das áreas comuns do condomínio como sendo particulares, seja para usar como escritório ou para efetuar vendas;
  • Receber grandes quantidades de clientes, que fiquem circulando pelas áreas comuns do condomínio;
  • O uso do hall como sala de espera para os clientes;
  • Atividades que necessitem de elevado consumo de água ou gás, quando não individualizados;
  • O uso de produtos tóxicos, inflamáveis, de forte odor ou que gerem muito barulho;
  • Exercer no condomínio atividades que não permitem licença e/ou alvará de funcionamento em condomínios, em áreas ou bairros com restrição de uso.

Gostou de saber mais sobre MEI no condomínio, o que é permitido e o que é abuso?

Se você é administradora de condomínios, síndico ou imobiliária, temos uma solução Ahreas ideal para a sua necessidade.

Ficou curioso? Fale com um especiliasta do nosso time. E para continuar conhecendo as novidades para quem cuida, vive ou trabalha em condomínios, acompanhe sempre as novidades no nosso blog.

Como usar as redes sociais a favor da sua imobiliária?

O brasileiro passa grande parte do dia online. Não acredita? De acordo com a pesquisa da We Are Social (2021), o brasileiro passa mais de 10h na internet por dia, sendo 3h42min por dia apenas em mídias sociais. Ou seja, sua imobiliária precisa estar presente aí, não é mesmo?

Por isso, no nosso post de hoje vamos entender mais o potencial das redes sociais para o mercado imobiliário e ver dicas de como potencializar o seu uso para gerar mais negócios.

Vamos lá?

Contextualização: as Redes Sociais no Brasil

Com a ampliação do uso das redes sociais, o mercado imobiliário percebeu toda a potencialidade, assim como a importância de terem um posicionamento mais sólido.

Vamos falar das duas redes sociais com mais impacto hoje no Brasil: Facebook e Instagram.

Facebook e Instagram

De acordo com dados de 2020, o Facebook conta com 130 milhões de contas ativas brasileiras.

Para termos ideia de alguns números relacionados com o Instagram: esta rede conta com 77 milhões de usuários apenas no Brasil (Fonte: Statista, 2020), mas ele vem crescendo anualmente.

Assim, o Brasil é o 2º país em número de usuários de Instagram. E, de acordo com a OpinionBox, outros dados bem interessantes:

  • 84% dos usuários entrevistados entram no Instagram pelo menos uma vez por dia;
  • 52% já usaram o Instagram para descobrir produtos ou serviços para comprar.

Será que as redes sociais podem influenciar nas vendas?

Uma Pesquisa da Ebit/Nielsen Webshoppers 40 (2019) mostrou que as redes sociais representam o segundo maior motivador de compra para 19% das pessoas, perdendo apenas para o Google (25%).

E como a sua imobiliária pode usar as redes sociais para vender mais?

O CRECI/SP explica que usar as redes sociais de maneira estratégica não se limita, apenas, a postar fotos de empreendimentos. O importante é criar conexões, pois o relacionamento ainda é o principal meio para estabelecer contatos.

Não adianta fazer várias postagens sobre o imóvel, se a imobiliária não construir um relacionamento sólido com seus leads e/ou clientes.

Vamos a algumas dicas práticas que as imobiliárias podem usar nas redes sociais para vender mais?

  • Tenha um perfil comercial: ter um perfil comercial no Instagram ou uma Página no Facebook, é fundamental para as empresas relacionadas com o mercado imobiliário.
  • Faça fotos profissionais dos imóveis: o ideal é que as fotos dos imóveis sejam tiradas em alta resolução, assim como utilizar luz e ambientação a favor. Muitas vezes, os imóveis são alugados mais rapidamente quando as fotos são feitas com bons equipamentos e iluminação correta.
  • Faça integração com outros canais de atendimento, como o WhatsApp: por exemplo, no link na bio da imobiliária, coloque um linktree com o site, assim como o link para WhatsApp.

Lembre-se: os potenciais clientes da imobiliária estão nas redes sociais. Por isso, crie uma estratégia para se destacar, chamar a atenção e criar relacionamentos com esses leads.

Sua imobiliária usa a tecnologia a favor dos negócios? Com o Ahreas Adm Locações, você tem uma ferramenta completa para fazer a gestão dos contratos e demais processos internos ligados a locação de imóveis, gerando uma rotina mais otimizada, automatizada e digital.

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Comunicado importante: fusão entre Ahreas e Superlógica

Caros clientes,

Gostaríamos de comunicar uma grande novidade: a fusão entre as empresas Ahreas e Superlógica.

O objetivo é criar uma grande plataforma tecnológica e financeira para transformar a experiência de quem administra, trabalha e vive em condomínios. Com a fusão atingimos 50% do mercado endereçável e temos melhores condições, principalmente de escala, para criar novos produtos e serviços para nossos clientes, as administradoras, atenderem os condôminos aumentando suas receitas.

O portfólio de produtos de Superlógica e Ahreas é bem complementar e, com a fusão, devemos dobrar o investimento nos produtos das duas empresas para torná-los ainda mais competitivos e inovadores.

Não descontinuaremos nenhum produto por entender que cada um atende melhor públicos diferentes.

A consolidação ocorre um ano após a Gosoft e a Athos se unirem criando a Ahreas. Em 2019, a Superlógica se uniu com a empresa líder no mercado condominial na cidade do Rio de Janeiro, a Base Software.

As quatro empresas, agora juntas, reúnem os melhores especialistas do setor em seu quadro de colaboradores, assim como os softwares mais admirados e utilizados do mercado.

Iremos criar uma plataforma nova para que as administradoras consigam atender também às necessidades dos condôminos, gerando novos canais de receita.

Estamos todos muito animados com as novas possibilidades!

Atenciosamente,

Carlos, Luís e Ronaldo (Superlógica)
Cátia, Marcelo, Luiz e Rocha (Ahreas)


Quem é a Superlógica?

Superlógica é uma plataforma financeira e de tecnologia para condomínios e imobiliárias. Localizada na cidade de Campinas, a companhia, que conta com 520 funcionários, transacionou R$14,6 bi em 2020 e tem como principal produto um sistema de gestão. No próprio sistema de gestão é possível que o cliente contrate serviços de pagamento, conta digital, cobrança e crédito. Em 2019 a Superlógica se uniu com o líder no mercado condominial na cidade do Rio de Janeiro, a Base Software. Em 2020, a empresa recebeu um aporte de R$300 milhões para expansão de seus produtos e serviços. O investimento foi feito pelo fundo norte americano de private equity Warburg Pincus.

Serei obrigado a migrar para um outro produto?

Não forçamos, nem forçaremos cliente algum a migrar de produto contra sua vontade.

Como ficará o atendimento?

O atendimento também não mudará. Você continuará sendo atendido pelo mesmo time. Inclusive os atuais sócios da Ahreas continuarão como sócios e diretores da Superlógica.

E o preço?

O preço também não mudará.

Serei obrigado a usar os serviços financeiros do grupo, boleto por exemplo?

O uso dos serviços financeiros e de automação financeira do grupo são opcionais e mantemos o compromisso de oferecer dentro do sistema diversas opções de serviços financeiros, inclusive de concorrentes.

No entanto, nossos produtos financeiros foram idealizados para nosso mercado e eles costumam apresentar enormes diferenciais em relação aos concorrentes genéricos.